sábado, 2 de março de 2019

ASPA desmente “Diário do Minho” sobre alegadas mentiras do boletim informativo "A Verdade das Sete Fontes"

A Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural (ASPA) desmente o “Diário do Minho” no que diz respeito a alegadas considerações sobre a veracidade do conteúdo do boletim informativo A VERDADE DAS SETE FONTES, feitas na edição de sexta-feira, 1 de março de 2019. 

Notícia no Diário do Minho dia 1 de Março 


Nessa edição, numa notícia assinada pelo jornalista Nuno Cerqueira, o “Diário do Minho” atribuiu a uma alegada fonte da ASPA a seguinte afirmação: “Muita mentira foi dita num "jornal" que foi distribuído sobre a suposta ‘Verdade das Sete Fontes’.” Com esta frase, a ASPA reforçaria o apelo à participação da população na apresentação dos estudos hidrogeológicos, arqueológicos, urbanísticos e paisagísticos sobre as Sete Fontes, que a Câmara de Braga prometeu divulgar este sábado, 2 de março, no Museu D. Diogo de Sousa.

Tratava-se de uma tentativa de descredibilizar os conteúdos do boletim informativo A VERDADE DAS SETE FONTES e, ao mesmo tempo, de um ataque velado à empresa VILAMINHO, proprietária do mesmo, que decidiu lançar publicamente para esclarecer a população de Braga.

“DM” E JORNALISTA PEDEM DESCULPAS

Errata publicada no Diário do Minho dia 2 de Março 


Porém, na edição deste sábado do “Diário do Minho”, a ASPA desmente essa versão do jornal: “Tal frase não corresponde à verdade, sendo fruto de uma má interpretação por parte do jornalista.”

Na mesma publicação, o “Diário do Minho” e o jornalista Nuno Cerqueira “pedem as mais sinceras e cordiais desculpas” aos visados.

Refira-se que no boletim informativo A VERDADE DAS SETE FONTES, que a VILAMINHO distribuiu aos bracarenses, e que se encontra disponível na Internet em versão digital (veja aqui) , são apresentados dois projetos alternativos para a criação de um parque urbano nas Sete Fontes, como forma de preservar o monumento nacional do antigo sistema de distribuição de água à cidade. 

Nos dois projetos, os arquitetos consultados pela VILAMINHO defendem um parque ainda maior do que aquele que a Câmara Municipal de Braga tem referido, contemplando, ao mesmo tempo, construção nos terrenos envolventes, de forma a compatibilizar os interesses dos proprietários dos terrenos.
Entretanto, para a ASPA, é clara “a necessidade da proteção integral” do monumento, “qualquer que seja o conceito adotado para o Parque Eco Monumental das Sete Fontes”.


Sem comentários:

Enviar um comentário

Em causa a vedação de um terreno privado nas Sete Fontes - Vilaminho diz-se perseguida por vereador e pondera queixa no Ministério Público

A Vilaminho considera que os factos praticados pelo vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Braga, Miguel Bandeira, no âmbito do proc...